quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Nosso maior medo

Nosso maior medo não é o de sermos incapazes.
Nosso maior medo é descobrir que somos muito mais poderosos do que pensamos.
É nossa luz e não nossas trevas, aquilo que mais nos assusta.
Vivemos nos perguntando: quem sou eu, que me julgo tão insignificante, para aceitar o desafio de ser brilhante, sedutora, talentosa, fabulosa?
Na verdade, por que não?
Procurar ser medíocre não vai ajudar em nada o mundo ou os nossos filhos.
Não existe nenhum mérito em diminuir nossos talentos, apenas para que os outros não se sintam inseguros ao nosso lado.
Nascemos para manifestar a glória de Deus – que está em todos, e não apenas em alguns eleitos. Quando tentamos mostrar esta glória, inconscientemente damos permissão para que nossos amigos possam também manifestá-la.
Quanto mais livres formos, mais livres tornamos aqueles que nos cercam.
Marianne Williamson

Adoro este texto!! Acredito que ele expressa aquilo que procuro trabalhar com os jovens em sala de aula: a importância de recohecerem-se como  os únicos responsáveis pelas mudanças e transformações em suas vidas.
Espero que apreciem assim como eu... Até breve....

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Museu da Resistência



Gostaria de indicar a vocês este passeio muito bacana. Conhecer o museu da resistência é valorizar o direito que temos de expressar nossas ideias e principalmente ver de perto a capacidade do homem em causar o mau para o próximo.


Hoje as maneiras de cercear o  direito de expressão, talvez não sejam tão rígidas, porém elas ainda existem e conhecer nossa história política é de suma importância para utilizarmos corretamente nosso "poder" enquanto povo.

Fica a dica, espero que gostem... depois contem como foi a experiência. Beijos no coração.




Antigo Prédio do DOPS - Praça General Osório, 66.
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 10 às 17 horas.
Informações: (11) 223-5217
Entrada franca.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A arte de escutar o silêncio



Hoje parei para pensar, quanto tempo não ficava em silêncio, e percebi que não faço isso desde minha adolescência. Tinha o hábito de meditar e somente escutar os sons a minha volta,  -ato pouco comum aos jovens de hoje - gostava disso.


Tirei o dia para isto hoje... passei boa parte do tempo em silêncio, escutando somente os sons da rua, dos bicho e da chuva. Por um momento fiquei observando minha cachorra brincar com a comida, sem pensar em mais nada.

Foi um lindo encontro, de repente senti um aperto no peito, não de tristeza mas uma sensação de reencontro com algo que por alguma razão ficou guardado e escondido por um longo tempo... Neste momento percebi o quanto muitas vezes limitamos nossas vidas a lamentações e diminuimos nossa capacidade de sonhar. Não que tenha feito isto com a minha, mas as vezes nossa tendência natural é sempre olhar para o que perdemos sem perceber o outro lado da história, e sempre há o outro lado.


Foi uma tarde gostosa, em que o silêncio falou mais alto e ajudou a resgatar algo que em mim estava adormecido... então fica a dica: tente escutar o seu silêncio e depois se quiser conte como foi.


Até a próxima, beijos no coração

Bem vindo 2012



Muitas são as promessas quando um ano começa... mas na realidade penso que o importante é  agradecer, por tudo o que temos e principalmente pelas possibilidades de novas conquistas. Surgem mais 365 possibilidades de tornar a vida mais divertida e interessante, basta somente fazer as escolhas certas ou pelo menos acreditar que independente das situações no final dará tudo certo.
Portanto desejo a vocês meus amigos um 2012 muito abençoado e com lindas histórias para contar.
Beijos no coração, até a próxima 

quinta-feira, 26 de maio de 2011

'Quem precisa de escola em tempo integral no Brasil é professor, não aluno'

Olá pessoal,

compartilho com vocês reportagem da Veja.online que encontrei durante um trabalho para a Licenciatura.  Gostei do ponto de vista proposto, saindo um pouco do lugar comum em culpabilizar Governo ou aluno... Acredito que a formação continuada é fundamental para uma mudança na Educação brasileira... Espero que gostem da reportagem e caso sintam-se mobilizados postem seus comentários.


http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/quem-precisa-de-escola-em-tempo-integral-no-brasil-e-professor-nao-aluno

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A liderança se dá pelo exercício de ações impecáveis.


Liderança: arte de conduzir seres humanos na construção de um determinado futuro desejado por todos, decorre de uma série de relações entre pessoas e linguagem. As ações humanas iniciam-se e realizam-se através de conversas, por isso, líderes devem ser peritos na observância das conversações e emoções construindo um clima favorável, em que o grupo esteja motivado, confiante, sentindo-se capaz e com altas expectativas, numa gestão impecável e fundada em alianças significativas.

Esta observação, no entanto, deve ser cuidadosa para que o líder consiga definir o que é real e o que faz parte do imaginário, levando-se em conta também o contexto nas quais as falas estão inseridas e verificando-se a veridicidade contida nas falas/ações observadas.

 As ações tornam-se impecáveis quando o líder consegue coordená-las em um clima de confiança e envolvimento das partes interessadas. Desta forma, podemos dizer que a liderança manifesta-se nas ações cotidianas e nas relações entre os indivíduos, sendo os líderes pessoas que se utilizam, mesmo que inconscientemente dos “atos da fala” (petições, ofertas, promessas, declarações e juízos).  

Na busca/construção de uma liderança impecável, o líder pode passar por diferentes situações em que sua observação ou sua percepção sobre a realidade não foi à verdadeira/correta, mas feita segundo seus juízos e valores, levando a estados de ânimo e atos da fala que poderão gerar novas realidades (nem sempre de melhor qualidade), como no caso das chamadas profecias autorrealizáveis.

No livro “Bases da Liderança Escolar”, Rojas e Gaspar, (2006) pontuam sabiamente que “(...) los seres humanos vemos nuestras emociones afectadas por el lenguaje, el lenguaje nos afecta, lo que nos dicen nos provoca emociones, lo que decimos emociona a los demás.(...)” desta maneira pode-se dizer que compete ao líder utilizar-se da linguagem para mobilizar nas pessoas o desejo em mudar a realidade em quem estão inseridos por meio da  coordenação de ações, uma vez que a linguagem antecede qualquer ação e que “(...) los seres humanos vamos construyendo nuestro futuro mediante conversaciones(...)” .

As reflexões realizadas por diversos autores destacam a importância do líder exercer um papel de mediador, conciliador, parceiro, dinâmico e integrado com as funções, responsabilidades e objetivos para que possa enfrentar todos os desafios que decorrem de sua função.               

Pensando nessas relações e mais precisamente na questão da Educação, não posso deixar de citar Maturana que aborda a Biologia da Educação e reforça que a linguagem não se dá no corpo como um conjunto de regras, mas no fluir de coordenações consensuais de conduta, isto é, nos espaços de convivência. Sendo assim, vamos avançando, pois muito mais do que linguagem e ações, o comportamento e conduta do líder são fundamentais para estabelecer a relação com o grupo, ou seja, a verbalização e a postura corporal devem ser uma só.

Quando falo de relações não posso deixar de citar emoções, amor e ética, itens imprescindíveis para ação do líder. É fundamental para ação do líder muito mais do que conhecer a parte administrativa e funcional, principalmente da escola que é o meu ponto de discussão, reconhecer o papel das emoções, do amor e da ética, porque como seres humanos, isso estabelece e dá crédito nas relações. Compreender que a linguagem é responsável pela construção de possibilidades e caminhos, e que esta transpassa pela emoção é fundamental para um líder que deseja despertar em seu grupo o desejo em oferecer um trabalho de qualidade seja em qual esfera for.       

No decorrer desta reflexão, gostaria de destacar que quando falo desses sentimentos, não estou me referindo a atitudes paternais / maternais, mas principalmente em possuir uma linguagem de “colocar-se no lugar do outro” e desta forma perceber e utilizar adequadamente as emoções que surgirem. Pontuo a necessidade do líder ter uma visão sistêmica e capacidade em trabalhar em rede, compartilhando conhecimento e com uma leitura do funcionamento do grupo, visualizando inclusive sua conduta diante das ações do cotidiano.

O clima escolar é da responsabilidade dos gestores, e sem dúvida para a sua construção é necessário confiança. O livro Bases da Liderança Escolar, pontua a importância da criação de um clima de confiança, associando a motivação e entusiasmo que o líder deve desenvolver para a coordenação de ações de modo impecável. O clima de confiança traz para todos envolvidos a certeza de uma educação de qualidade e a segurança necessária para a atuação e o repensar diário de questões como: que tipo de Educação estamos oferecendo? Que tipo de aluno estamos preparando? Qual o foco do nosso trabalho enquanto educadores? E tantas outras que possam surgir no caminho.

Encerro destacando que o papel do líder é como o regente de uma orquestra, que diante de novas situações deve manter a harmonia: linguagem, ação, emoção e finalmente confiança.

domingo, 3 de abril de 2011

Verdades Absolutas

Como você reage com as diversidades da vida? Esta é uma pergunta que me acompanha desde o ano passado.
Passei por um processo muito difícil e doloroso, mas que por sua vez permitiu que eu descobrisse algo muito importante: de nada adiantam planos, pois a incerteza é algo que nos acompanha...
Com isto, não estou dizendo que devemos deixar a vida nos levar. Aprendi que quando fazemos planos, criamos expectativas e essas danadas causam um grande estrago quando não contempladas.
Ao longo deste longo ano de aprendizado, percebi que deveria conviver em paz com a ideia de que não existem certezas, mas que os planos poderiam ser feitos.
Aí você vai dizer: nossa ela percebeu isto somente agora??? Pois é... percebi isto somente agora, e faço o convite a você deste exercício. Será que você realmente sabe lidar com esta incerteza que conduz nossas vidas?
Será que realmente você fica sereno quando as coisas não saem da maneira como deseja? Aceita as turbulências sem sair do eixo??
No fundo esta é a grande questão que conduz nossas vidas, lidar com o desejo e a possibilidade de novas rotas surgirem. Acredito que isto é aceitar a diversidade... e a vida é diversa, multipla, com muitos caminhos...
Eu por enquanto estou neste caminho, de tentar conviver com planos distintos ao meu desejo... confesso que tem sido uma grande aventura descobrir que não existem verdades absolutas - mesmo ja sabendo que elas não existem.